quinta-feira, 19 de setembro de 2013









CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM BANDAGEM ELÁSTICA TERAPÊUTICA


Ministrante:

- Dr. Carlos Alberto Vieira de Melo - 13953-F

- Fisioterapeuta

- Pós - graduado em Fisioterapia Desportiva

- Mestrando – Mestrado da Saúde, Educação e Ambiente – UNIPLI

- Graduando – Gestão Hospitalar – UNESA

- Prof. Do curso de Fisioterapia Unesa – Fisioterapia Desportiva, Aparelho Locomotor, Avaliação Cinético Funcional.

- Prof. Do curso de Enfermagem da Unesa-  Filosofia 

- Prof. Da Pós-graduação em Enfermagem da Unesa- Ética na Emergência

- Consultor Esportivo – International School Sport Nutrition and Human      Performance,

- Formado no método Kabath, Mulligan, Spryral taping, Bandagem funcional, Kinesio taping, Terapia Manual (método australiano), Bola Suíça, Theraband, Sistema Raith, Crochetagem.

- Formado no método Wii e X Box 360 Jogos para Reabilitação- Hospital das Clínicas – SP.

- Formado na CIF Brasil.

- Formado no curso livre de Filosofia da Educação – ESAB

- Formado no curso livre de Filosofia – FGV

- Formado no curso de Direito na Saúde – Portal Educação.

 

Data: 09 de Novembro DE 2013 na Clínica CEFI

 

O CURSO É DESTINADO AS PESSOAS QUE JÁ FIZERAM O CURSO.

 

NESTE ENCONTRO VAMOS ABORDAR NOVAS TÉCNICAS E DISCUTIR OS RESULTADOS ENCONTRADO NA PRÁTICA.

 

Valor do curso:

 

100,00 Reais.

 

TEL: 0XX 22 99625676.

 




 

domingo, 28 de outubro de 2012




Gostaria de agradecer a todos os envolvidos no Congresso de Fisioterapia da Universidade Estácio de Sá  à Homenagem a mim conferida. Não tenho palavras para agradecer tamanha homenagem, mais ainda, ter uma sala com o meu nome é  muito gratificante. Isso  me obriga a ter ainda mais responsabilidade, não só com a minha profissão, mais principalmente com  meus clientes e alunos.
O meu muito obrigado.

sábado, 21 de abril de 2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pesquisa científica ou genocídio programado?





Prezados amigos (as), estou reproduzindo na integra uma parte do livro Cobaias Humanas do autor Andrew Goliszek no que se refere ao futuro com pesquisas na área da medicina molecular.
É sabido que as pesquisas são uma parte importante para o crescimento, desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida de uma nação, o que me preocupa qual  é o preço que nós estamos pagando em pró do desenvolvimento desenfreado das nações mundo afora.  

Segue um pequeno trecho do que pode acontecer em termos de pesquisa em Medicina Molecular até o ano 2020.

Antes da metade deste século, nada que os escritores de ficção cientifica pudessem ter sonhado irá se comparar àquilo que a ciência e a medicina terão de fato realizado. Para se ter idéia, no Laboratório Nacional de Los Alamos do governo dos EUA, no novo México, o uso de supercomputadores e de análise avançada de dados está acelerando o desenvolvimento de vacinas e tratamentos medicamentosos que resistem a mudanças evolutivas nos patógenos. Juntamente com um consórcio de instituições acadêmicas e empresas comerciais farmacêuticas e biotecnológicas, os pesquisadores de Los Alamos desenvolvem modelos computacionais que estimularão as seqüências moleculares para moldar drogas projetadas para combater doenças.
A verdadeira guerra biológica deste século ocorrerá nos campos de batalha hospitalares e nos consultórios dos médicos, onde cepas letais de micróbios se tornarão tão inócuas quanto um leve resfriado.
Algumas das ferramentas de modelagem por computador foram inicialmente desenvolvidas para analisar vírus que sofriam  mutações rápidas, como o HIV, e então, mais tarde, expandiram-se para incluir o novo campo da “diversidade molecular”. Uma área altamente promissora da genética, a finalidade da diversidade molecular é controlar e direcionar a evolução através da criação de um ambiente em que as moléculas evoluem através de seleção artificial, em vez de seleção natural aleatória.  De acordo com o Dateline Los Alamos, com a geração de bilhões de moléculas diversas de DNA, RNA, proteínas e outras moléculas orgânicas aleatoriamente para ver qual se sai melhor em se ajustar a um receptor em, digamos, um envoltório viral, os melhores candidatos serão identificados e reproduzidos com mutações para acelerar uma versão laboratorial da evolução. Esse processo de seleção artificial permite que os cientistas desenvolvam e testem um enorme número de variantes em questão de horas e gerem um tremendo número de dados de diversidade molecular.
O Laboratório Los Alamos, é o laboratório que estuda a estrutura molecular de cepas do HIV, e este laboratório foi escolhido pela OMS para atuar nos países de Uganda, Ruanda, Tailândia e Brasil. Este laboratório também tem um projeto para gerar um banco de dados do vírus do papiloma humano, a principal doença sexualmente transmitida do mundo.
Com certeza com o maior conhecimento sobre nossos genes certamente salvará vidas, isso invariavelmente levará a uma sociedade na qual escolheremos quem vive e quem morre, com base no DNA. Hoje já existe visita a laboratório médico para examinar o próprio DNA para verificar a presença de uma doença ou problema que possam a aparecer.
O lado negro disso tudo é que os indivíduos que, do contrario poderiam nascer e se transformar em grandes pensadores, lideres mundiais, cientistas e empreendedores poderão acabar sendo eliminados porque um teste genético pré – natal revelou uma doença. Mesmo os testes genéticos “preditivos”, que atribuem uma probabilidade de contrair uma doença com base na historia familiar, seriam usados para pôr fim a uma gravidez que poderia ou não resultar na doença.
Avaliar os riscos e, então derrotar as probabilidades de passar genes defeituosos aos descendentes torna-se-à  então o objetivo do jogo. A eugenia, que horrorizou tantos no passado, realmente não está tão longe assim de se tornar a prática convencional para muitos casais em busca de seu bebê perfeito.

um grande abraço.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

MANDELA, DI CAPRIO E OS DIAMANTES DE SANGUE


Prezados amigos (as) lendo e buscando informações a respeito do ex Presidente da África do Sul Sr. Nelson Mandela, fiquei um pouco assustado com as informações que descobrir. Pouca gente sabe mais o Sr. Mandela antes de ser pacifista, foi guerrilheiro e foi acusado de traição por três vezes. O mesmo foi condenado por três juízes diferentes por ter colocado uma bomba na estação de comboios de rivonia provocando a morte de uma mulher. No segundo julgamento, apoiado por uma forte equipe de direito judaico ele foi absorvido, esta ultima foi a que veio a imprensa e comemorada por todos e ficou conhecido como o julgamento “trivonia” que foi presidido por um juiz judeu.
Pouca gente sabe, mais o Sr. Mandela nunca teve consciência racial, isso só foi acontecer na África nos anos 80 com Seteven Biko e com o Robert Sobukwe. O Sr. Mandela sempre foi um colonialista com idéias judeu marxista.
A sua libertação em 1990 foi parte de um acordo com a família Rockefeller, com apoio da mídia e principalmente dos artistas espalhados pelo mundo fazendo campanha contra o apartheid. Através de David Rockefeller, este fez pressão ao então presidente da África do sul Sr. Klerk para libertar Mandela, como o acordo não estava caminhando ao gosto dos Rockefeller, estes começaram a diminuir seu apoio político ao presidente. Através de um conglomerado do Goldman Sanhs, Citibank e Chase Manhattan, estes bancos se negaram a estender uma linha de crédito de uma milha de ouro como garantia em 1988. Na verdade, as minas de diamantes nunca estiveram nas mãos do governo e sim nas mãos dos judeus, para ser mais claro nas mãos da família Oppenheimer, que tem forte ligação com a família Rockefeller.
Com o enfraquecimento político do presidente na época, Mandela foi libertado e em 1990 foi eleito Presidente da África do Sul, em contra partida ele assinou uma declaração dando toda a concessão de exploração de diamantes para a família Rockefeller, mantendo os negros africanos ainda como escravos nas minas de diamantes. Quem quiser ter uma idéia é só assistir o filme Diamante de sangue.
Em 2006 foi publicado no journal The New Republic uma reportagem do Sr. Isaac Chotiner sobre a participação do Sr. Mandela nas minas de diamante.
Segue o artigo completo.
Um grande abraço em todos.

 

Mandela, diamond shill.

Half Nelson
·                                

Isaac Chotiner
Executive Editor of The Book: An Online Review
·                   December 18, 2006 | 12:00 am
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·                      After Edward Zwick returned from Mozambique and Sierra Leone this June, he received a letter from Nelson Mandela. Zwick, the director of Glory, had traveled to Africa to film Blood Diamond, the story of the civil war that ravaged Sierra Leone during the 1990s. The movie--which centers around a father and son who are enslaved by rebels and stars Leonardo DiCaprio as a cynical diamond smuggler--is fiction, but the context is historically accurate: From 1991 to 2002, rebel soldiers from the brutal Revolutionary United Front kidnapped civilians, forced them to work in diamond mines, and smuggled the gems they unearthed to neighboring countries. From there, the diamonds were shipped to Europe and sold by conglomerates, such as De Beers. The proceeds filtered back to Sierra Leone, where they paid for even more kidnapping and violence. Blood Diamond is a withering critique of the diamond industry's role in exacerbating a savage war and its callous disregard for human rights in Africa. Zwick had every reason to expect that Mandela--one of the world's greatest living advocates for human rights--would be pleased.He wasn't. In his letter to Zwick, Mandela wrote that "it would be deeply regrettable if the making of the film inadvertently obscured the truth, and, as a result, led the world to believe that an appropriate response might be to cease buying mined diamonds from Africa. ... We hope that the desire to tell a gripping and important real life historical story will not result in the destabilization of African diamond producing countries, and ultimately their peoples." None of this makes much sense, unless you take into consideration something that isn't widely known about Mandela: The man who ended apartheid and became the late twentieth century's most eloquent spokesman for human dignity is also a shill for the diamond industry. Mandela's affinity for De Beers and other diamond companies is the result of both geography and personal relationships. South Africa produces more than $1 billion in diamonds per year; and, even though Mandela's African National Congress had significant Marxist and communist elements, the party proved broadly supportive of the diamond industry once it took power. In addition, there was Mandela's friendship with Harry Oppenheimer, the late chairman of De Beers--who, as white South African businessmen went, was relatively sympathetic to the anti-apartheid movement. Oppenheimer encouraged the creation of black trade unions and funded a political party specifically to oppose South Africa's racial disparities. Mandela and Oppenheimer became close before Mandela's presidency and would grow even closer: After Mandela's election, Oppenheimer frequently hosted him at his luxurious estate. Mandela was also known to bring De Beers representatives on foreign trips. By the late '90s, political pressure was mounting on De Beers--which, at the time, controlled 70 percent of the world diamond market--to stop the flow of "conflict diamonds" from Sierra Leone. (The phrase typically refers to diamonds whose sale is used to finance warfare.) Conflict diamonds had already helped fund Angola's bloody civil war, and they began to play an equally devastating role in Sierra Leone. (In 2000, Ryan Lizza documented in these pages the Clinton administration's bungled efforts to broker peace in that West African country.) Human rights organizations called for steps to ensure that conflict diamonds did not reach the world market. Still, Mandela spoke up for diamond manufacturers. "The diamond industry is vital to the South African and southern African economy," he said at the time, echoing De Beers's statements. "We would be concerned that an international campaign on these issues did not damage this vital industry." Moreover, Mandela made clear that the industry's stance on human rights should be taken through its "own initiative." When, in 2000, U.S. Representative Tony Hall pushed a bill that would have forced all diamonds sold in the United States for more than $100 to be accompanied by a certificate naming the country of the stone's origin, a diamond executive testifying before Congress used Mandela's words to argue that such a measure would harm diamond-producing countries. "Former President Nelson Mandela has expressed concern that his nation's vital diamond industry is not damaged by `an international campaign,'" Eli Haas, president of the Diamond Dealer's Club, told a House subcommittee. Eventually, in 2002, under an agreement known as the Kimberley Process, diamond companies agreed to ensure that all diamonds came from legally mined fields and that the proceeds did not go to fomenting civil wars. But it remains unclear how much good the Kimberley Process is actually doing. A recent U.N. report found that conflict diamonds from Cite d'Ivoire are entering the market through Ghana and Mali, and a study by usaid estimates that as many as half of the diamonds emanating from Sierra Leone are still being smuggled out illegally. The problem, according to experts, is that the Kimberley Process does not have any independent verification or enforcement mechanisms. "The diamond industry doesn't ask many questions," says Corinna Gilfillan of Global Witness, an NGO focused on natural-resource exploitation. "They're just looking to get the best deal." And yet, Mandela has continued to lend his support. He recently penned a note praising De Beers on its community service work. "I congratulate De Beers, a world leader in diamonds, with its roots in South Africa, for the way it continues to demonstrate its credentials as a good corporate citizen in so many areas of concern," he wrote. The letter, unsurprisingly, appears in De Beers's corporate brochures. The diamond industry's campaign against Blood Diamond is just the latest phase, then, in an ongoing fight to stave off bad publicity and increased scrutiny. Zwick (who once interned at The New Republic) received a letter earlier this year expressing concern about the project from the chairman of the Kimberley Process and the head of the World Diamond Council (WDC), an industry group that represents major diamond companies. The WDC also hired Sitrick and Company, a p.r. firm that specializes in crisis management. And, in June, a Los Angeles Times blog reported that Sitrick had enlisted--surprise--Mandela to respond to publicity generated by the film's release. (A spokesman for the WDC disputes this, saying that the former South African president is speaking out on his own.) Mandela's pronouncements on behalf of the diamond industry are, at some level, perfectly understandable. After all, he was president of South Africa, and part of any president's job is to look out for his country's economy. But Mandela is not regarded as one of the twentieth century's heroes because of his diligent pursuit of South Africa's narrow national interests; rather, he owes his stature to his decades-long campaign against apartheid, a campaign that appealed to universal values like human rights and freedom. By covering for the diamond industry during the '90s--at a time when diamond producers were helping to fund brutality in Sierra Leone--Mandela was putting his country's narrow interests above these universal ones; and, today, he continues to do the same. "Truth and reconciliation--it's all rubbish," says DiCaprio's character to an idealistic journalist in Blood Diamond. Of course, Nelson Mandela wouldn't agree. But, by shilling for the diamond industry, he is enabling those who do.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Exposições em Museu

Prezados amigos(as), dando continuidade ao que está acontecendo em termos de cultura no mundo, estou colocando alguns avisos sobre visitas em museus.
 No Brasil acontecerá no final do mês Um dos mais importantes eventos do calendário oficial do Momento Itália - Brasil, a exposição “Modigliani: Imagens de uma vida” será inaugurada em 31 de janeiro no MNBA, com  obras nunca antes expostas na America Latina. Para o público a mostra abre dia 1º de fevereiro.
Serão exibidas 12 pinturas e 5 esculturas originais, além de obras e documentos, fotos,  desenhos, diários e manuscritos de Modigliani e de importantes artistas da sua época, num total de 230 peças. Com isso o público vai ter acesso a um rico panorama da vida artística parisiense e italiana do século XX, distribuídas em cinco salas do MNBA

aproveitem as férias e divirtam-se.










No The Metropolitan Museum of Art, New York, está acontecendo a  exposição  "retrato renascentista de Donatello para Bellini "

21 de dezembro de 2011 - 18 de março, 2012

 
Tem sido dito que a Renascença testemunhou a redescoberta do indivíduo. De acordo com esta noção, no início da Renascença a Itália também sediou a primeira era grande do retrato na Europa. Retrato assumiu uma nova importância, se era para gravar as características de um membro da família para as gerações futuras, celebrar um príncipe ou um guerreiro, exaltar a beleza de uma mulher, ou tornar possível a troca de uma semelhança entre amigos. Esta exposição reunirá cerca de 160 obras, de artistas como Donatello, Filippo Lippi, Botticelli, Verrocchio, Ghirlandaio, Pisanello, Mantegna, Bellini Giovanni, e da Antonello de Messina, e nos meios de comunicação que vão desde iluminação e pintura manuscrito a escultura em mármore e bronze , atestando a nova moda e usa do retrato no século XV na Itália.
Durante o Renascimento, os artistas que trabalham em Florença, Veneza, e os tribunais da Itália criou retratos magníficos das pessoas ao seu redor, desde chefes de Estado e igreja para patronos, acadêmicos, poetas e artistas, concentrando-se pela primeira vez na produção reconhecíveis semelhanças e as expressões da personalidade. O rápido desenvolvimento do retrato estava ligado intimamente ao Renascimento a sociedade ea política, os ideais do indivíduo, e conceitos de beleza. O objeto pode ter sido para comemorar um evento-a significativa casamento, a morte, a adesão a uma posição de poder ou pode ter sido para gravar as características de um membro estimado da família para as gerações futuras.
Apresentando muitos raros empréstimos internacionais, esta exposição irá apresentar um levantamento inédito do período e fornecer novas pesquisas e insights sobre o início da história do retrato. Será dividido em três seções e terá uma duração de um período de oito décadas. Início em Florença, onde os retratos independente apareceu pela primeira vez em abundância, ela move-se para os tribunais de Ferrara, Mântua, Bolonha, Milão, Urbino, Nápoles e Roma papal, e termina em Veneza, onde a tradição do retrato afirmou-se surpreendentemente no final do século .

Quem tem dinheiro e disponibilidade é uma boa pedida.